
Morreu no corrente ano
Dia primeiro de abril
Nestes pagos do Brasil
Um honesto ser humano
Que combateu o engano
A mentira e o ardil
Victor Dernis batizado
De sobrenome Madera
Prosa direta e sincera
Da verdade foi arado
Lavrando seu próprio prado
Para arrancar-lhe a tranquêra
Findou com um livro na mão
E a Bíblia na cabeceira
Foi sua melhor companheira
Uma clara orientação
Sempre a Deus uma oração
Para saber-se o que queira
Como acordou já “maduro”
Passou metade da lida
Qual cabra cega perdida
Andando em cima do muro
Achando que era seguro
Viver a mundana vida
Mas quis Jesus que nos guia
Mudar tão parco destino
E assim como um nordestino
Que sonha em voltar um dia
Sonhou Cristo que teria
De regresso o libertino
Certo dia este escrevente
Contou-lhe de um Brasileiro
Filósofo verdadeiro
Ser generoso e valente
Que abriu de muitos a mente
E os transformou em celeiro
Daquela fonte abundante
Madera também foi trigo
Recolhido em seu abrigo
Só após anos de estudante
Pôs-se a tocar o berrante
Sem nunca temer perigo
Por ser da Banda Oriental
Ex-província Cisplatina
Entendeu qual era a sina
E empregou seu cabedal
Para combater o mal
No Uruguai e na Argentina
Verteu para o castelhano
Princípios do Mestre Olavo
Para mostrar ao escravo
Que pode ser orelhano
Quem troca o viver mundano
Pelo saber mesmo que avo
E a este que agora informa
Vendo a existência vencida
Mandou com voz refletida
Gravasse de alguma forma
Junto à cruz a mesma norma
Que norteara sua vida:“QUE LA VERDAD CONOCIDA
ES VERDAD OBEDECIDA.”
Dia primeiro de abril
Nestes pagos do Brasil
Um honesto ser humano
Que combateu o engano
A mentira e o ardil
Victor Dernis batizado
De sobrenome Madera
Prosa direta e sincera
Da verdade foi arado
Lavrando seu próprio prado
Para arrancar-lhe a tranquêra
Findou com um livro na mão
E a Bíblia na cabeceira
Foi sua melhor companheira
Uma clara orientação
Sempre a Deus uma oração
Para saber-se o que queira
Como acordou já “maduro”
Passou metade da lida
Qual cabra cega perdida
Andando em cima do muro
Achando que era seguro
Viver a mundana vida
Mas quis Jesus que nos guia
Mudar tão parco destino
E assim como um nordestino
Que sonha em voltar um dia
Sonhou Cristo que teria
De regresso o libertino
Certo dia este escrevente
Contou-lhe de um Brasileiro
Filósofo verdadeiro
Ser generoso e valente
Que abriu de muitos a mente
E os transformou em celeiro
Daquela fonte abundante
Madera também foi trigo
Recolhido em seu abrigo
Só após anos de estudante
Pôs-se a tocar o berrante
Sem nunca temer perigo
Por ser da Banda Oriental
Ex-província Cisplatina
Entendeu qual era a sina
E empregou seu cabedal
Para combater o mal
No Uruguai e na Argentina
Verteu para o castelhano
Princípios do Mestre Olavo
Para mostrar ao escravo
Que pode ser orelhano
Quem troca o viver mundano
Pelo saber mesmo que avo
E a este que agora informa
Vendo a existência vencida
Mandou com voz refletida
Gravasse de alguma forma
Junto à cruz a mesma norma
Que norteara sua vida:“QUE LA VERDAD CONOCIDA
ES VERDAD OBEDECIDA.”